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Andréa Rêgo Barros/PCR

O fogo acompanha a vida do homem desde os primórdios da humanidade. Purificador, protetor mágico, tem o poder de afastar monstros noturnos e se associa aos ritos agrários, em numerosas cerimônias relativas à fecundação, não só no reino vegetal, como no animal.

A fogueira era uma maneira de certos povos do hemisfério Norte comemorarem a chegada da época das colheitas e o dia 24 de junho, que coincidia com o solstício do verão. Representava a fixação e a conservação da força do sol, um espantalho para as calamidades e os demônios.

Maria passou três meses nas montanhas de Judá e a comunicação era difícil. Combinou com José, o seu noivo, que lhe avisaria quando o filho de Isabel nascesse, acendendo uma fogueira na frente da casa, para que ele então fosse buscá-la. O fogo passou a ser um louvor a São João e a fogueira, um símbolo do seu nascimento.

Formato das fogueiras

Santo Antônio: É homenageado com uma fogueira de formato quadrangular, isto é, sua base é um quadrado.

São João: É homenageado com uma fogueira de formato cônico, o que significa ter uma base redonda.

São Pedro: É homenageado com uma fogueira de formato triangular, isto é, uma base em triângulo.

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